|
Bem-vindo/a
Através deste website pretendo disponibilizar informação sobre o meu trabalho e promover a cidadania participativa.
Nas seguintes páginas poderá encontrar informação sobre as causas em que me empenho no Parlamento Europeu e em Sintra, um arquivo dos documentos mais relevantes relativos ao meu trabalho, alguns artigos que escrevi, dados biográficos e informações de agenda.
As suas questões, comentários e sugestões para melhorar as políticas Europeias e Sintrenses serão muito bem-vindas. Não hesite em contactar-me através do seguinte e-mail:
Destaques da Semana
Ana Gomes intervém sobre a situação na Síria
Ana Gomes, coordenadora socialista para os Assuntos Externos no Parlamento Europeu, participou no dia 15 de Fevereiro num debate em plenário sobre a situação na Síria, instando a comunidade internacional a "inequivocamente condenar o regime sírio" e pressionar Bashir al-Assad a acabar com as atrocidades contra o seu povo e afastar-se do poder. "Não desistiremos de encorajar a UE a apoiar a Liga Árabe e outros atores regionais, procurando que o Conselho de Segurança da ONU decrete uma trégua humanitária e determine uma força de paz para a Síria, que ajude a impedir a guerra civil e abra caminho à transição democrática", disse. "A UE tem também de apontar o dedo à China e à Rússia pela vergonha moral de se colocarem contra 13 outros membros do Conselho de Segurança da ONU e, assim, impedirem o Conselho de Segurança de exercer a responsabilidade de proteger o povo sírio", acrescentou. "Assad vai cair, inevitavelmente. É uma questão de tempo. A UE tem que ter orientação estratégica desde já para o pós-Assad", concluiu.
No debate realizado no mesmo dia sobre o próximo Conselho Europeu de 1 e 2 de Março, Ana Gomes, referindo-se ao drástico plano de austeridade imposto ao povo grego em troca de um segundo empréstimo de resgate, disse: "Muitas vozes, sobretudo alemãs liberais e de direita, acusam a Grécia de não estar a cumprir o acordo com a troika. No entanto, o que é que eles têm a dizer sobre Portugal, que está a cumprir, reconhecidamente, liderado por um governo que se quer "mais troikista do que a troika"? E, no entanto, Portugal, quando assinou o acordo com a troika, em Maio passado, tinha a dívida pública a 92% do PIB e agora, nove meses depois, tem a dívida pública a 110% do PIB. Não quer isto dizer que a receita de austeridade recessiva está errada e é absolutamente contraproducente?".
Intervindo no dia 16 num debate sobre a Convenção Pan-Euro-Mediterrânica sobre Regras de Origem Preferenciais, Ana Gomes sublinhou o potencial para o desenvolvimento económico e comercial que poderia implicar para a UE ajudar a Primavera Árabe a cumprir-se, mas sublinhou que era necessário também um esforço de desbloquear os obstáculos políticos à intensificação do comércio sul-sul, dando o exemplo de Marrocos-Argélia, e sublinhando que as facilidades comerciais a conceder pela UE não poderiam abrir acesso ao mercado europeu de produtos provindos dos colonatos na Palestina ou do território do Sahara Ocidental ocupado, classificados como produtos israelitas ou marroquinos.
Mais notícias
|
 |